As Grutas de Caulim localizadas mais especificamente no bairro de Santa Izabel , no nosso belo (porém esquecido) Município de São Gonçalo são outro Patrimônio de nosso Município que como de costume está lá mas sem nem ao menos divulgações sobre as mesmas, grutas lindas aqui em nosso município que poderiam estampar cartões postais de nossa Cidade.
As grutas contam com um conjunto de 22 cavernas, numa extensão de aproximadamente 10 mil m² e salões com mais de 30m de altura, fazendo desta, uma das mais bonitas paisagens gonçalenses. As cavernas se desenvolveram por conta da escavação de rocha calcária que ocorria no passado, desativada após terem sido inundadas pela água de um lençol freático.
É possível chegar a pé, com uma caminhada média de 1 hora e 10 minutos. As cavernas ficam dentro do terreno da Fazenda Santa Edwiges, mas são abertas ao público.
Muitos jovens organizam passeios até o local para estar em contato com a natureza e conhecer mais sobre as belezas que nossa cidade pode nos proporcionar.
Mesmo não sendo tão divulgadas como deveriam as Grutas de Santa Izabel como são conhecidas nos remetem ao que temos mas nem sabemos (ou sabíamos) de sua existência.
Enquanto focamos em viagens para outros municípios terminamos deixando a nossa história perdida no tempo e vista por tão poucos?!
Sei que em muitos momentos o esforço deveria ser nosso em buscar informações sobre o que temos de belo em nosso município,mas os gestores do mesmo deveriam e devem tomar posições nas quais atraiam visitantes para nossas belezas naturais.
Tudo é história e enquanto não aprendermos completamente sobre a nossa, não saberemos de praticamente nada.
Fotos tiradas pelo colaborador: Mike Felipe
Observação; A trilha é classificada como moderada então está esperando o que para visitar?!
Partiu?!
terça-feira, 18 de setembro de 2018
Vulcão de São Gonçalo
Extinto a mais de 60 milhões de anos e localizado no Morro de Itaúna, conhecido como o Maciço de Itaúna.
Faz parte também de um grande Patrimônio do nosso Município de São Gonçalo e que hoje em dia é esquecido não só por projetos relacionados ao mesmo, mas também esquecido como uma divulgação para o nosso Município, se te perguntarem o que é o Maciço de Itaúna ou sobre o "suposto Vulcão" inativo de São Gonçalo??você saberia responder??
Lembro da época em que as escolas faziam vários passeios para pontos específicos de nosso Município para vermos o que temos de importante para nossa história no todo,coisa que nos tempos atuais as escolas não tem tido respaldo para fazerem essas mini excursões por nosso belo Município (belo porém abandonado como nosso País).
Por períodos foi muito estudado por geólogos que constataram que no local apresenta em suas encostas as rochas magmáticas, resultantes de vulcanismo explosivo. Geólogos tranquilizam a população que esse Vulcão está extinto a anos definitivamente e não há menor risco de voltar á ativa.
Já algum tempo vem sendo visitado por praticantes do vôo livre que podem se deliciar com a bela vista da Baía de Guanabara.
A possibilidade do Maciço se tornar um grande Centro de estudos geológicos são grandes.
O Maciço de Itaúna poderia ser incluído em projetos municipais com inclusão de passeios ecológicos pois de lá podemos ter um cenário lindo,tendo a Serra de Friburgo , o Dedo de Deus, Ponte Rio - Niterói, Baía de Guanabara , Pão de Açucar e o Cristo Redentor , os dois últimos na Cidade do Rio de Janeiro e ainda a paisagem da Área de Proteção Ambiental (APA) em São Gonçalo.
E assim mais um Patrimônio deixado de lado por nossos Governantes... e vocês sabiam do Vulcão de São Gonçalo??
Faz parte também de um grande Patrimônio do nosso Município de São Gonçalo e que hoje em dia é esquecido não só por projetos relacionados ao mesmo, mas também esquecido como uma divulgação para o nosso Município, se te perguntarem o que é o Maciço de Itaúna ou sobre o "suposto Vulcão" inativo de São Gonçalo??você saberia responder??
Lembro da época em que as escolas faziam vários passeios para pontos específicos de nosso Município para vermos o que temos de importante para nossa história no todo,coisa que nos tempos atuais as escolas não tem tido respaldo para fazerem essas mini excursões por nosso belo Município (belo porém abandonado como nosso País).
Por períodos foi muito estudado por geólogos que constataram que no local apresenta em suas encostas as rochas magmáticas, resultantes de vulcanismo explosivo. Geólogos tranquilizam a população que esse Vulcão está extinto a anos definitivamente e não há menor risco de voltar á ativa.
Já algum tempo vem sendo visitado por praticantes do vôo livre que podem se deliciar com a bela vista da Baía de Guanabara.
A possibilidade do Maciço se tornar um grande Centro de estudos geológicos são grandes.
O Maciço de Itaúna poderia ser incluído em projetos municipais com inclusão de passeios ecológicos pois de lá podemos ter um cenário lindo,tendo a Serra de Friburgo , o Dedo de Deus, Ponte Rio - Niterói, Baía de Guanabara , Pão de Açucar e o Cristo Redentor , os dois últimos na Cidade do Rio de Janeiro e ainda a paisagem da Área de Proteção Ambiental (APA) em São Gonçalo.
E assim mais um Patrimônio deixado de lado por nossos Governantes... e vocês sabiam do Vulcão de São Gonçalo??
Quando aparentemente nada dá certo.
Já analisou que há momentos em nossas vidas que nos sentimos perdidos por parecer que cada passo para frente é três para trás??
Não sou nenhum expert, mas por experiência posso ou juntos podemos analisar nossos erros que determinam os passos que dão errado em nossas vidas.
Em todo âmbito de nossas vidas nos dispersamos e deixamos passar oportunidades ou até por nós mesmos largamos o foco do que queremos ou desejamos,não é por que seu celular apita a cada 10 segundos que você deve se sentir refém dele e dar uma resposta de imediato ( exceto se a resposta significar um passo que dê certo para você ).
Com os anos estamos nos vendo caminhar em torno de nós mesmos e muitas vezes sem um foco produtivo ou emocional próprio, a preguiça nem é o pior dos nossos vícios,mas sim aceitar que os vícios nos comandam! Esse é o erro!
Quando analisarmos que nada está dando certo,devemos parar,respirar,analisar o por que realmente aquilo não caminha como o esperado e continuar, o caminho pode ser longo e cheio de pedras mas quem escolhe ver as flores somos nós!
Nosso olhar vê o pior quando temos o melhor logo ao lado,o negativo nem sempre atrai o positivo (diferente da cultura japonesa do yin e yang) , devemos focar em nosso melhor e ajeitar o pior.
A coexistência dos dois lados é linda mas é sempre melhor canalizarmos o nosso melhor,pois assim mesmo não dando certo veremos em meio as pedras as flores ou até quem sabe a beleza da luz de um lindo pôr do sol.
Não sou nenhum expert, mas por experiência posso ou juntos podemos analisar nossos erros que determinam os passos que dão errado em nossas vidas.
Em todo âmbito de nossas vidas nos dispersamos e deixamos passar oportunidades ou até por nós mesmos largamos o foco do que queremos ou desejamos,não é por que seu celular apita a cada 10 segundos que você deve se sentir refém dele e dar uma resposta de imediato ( exceto se a resposta significar um passo que dê certo para você ).
Com os anos estamos nos vendo caminhar em torno de nós mesmos e muitas vezes sem um foco produtivo ou emocional próprio, a preguiça nem é o pior dos nossos vícios,mas sim aceitar que os vícios nos comandam! Esse é o erro!
Quando analisarmos que nada está dando certo,devemos parar,respirar,analisar o por que realmente aquilo não caminha como o esperado e continuar, o caminho pode ser longo e cheio de pedras mas quem escolhe ver as flores somos nós!
Nosso olhar vê o pior quando temos o melhor logo ao lado,o negativo nem sempre atrai o positivo (diferente da cultura japonesa do yin e yang) , devemos focar em nosso melhor e ajeitar o pior.
A coexistência dos dois lados é linda mas é sempre melhor canalizarmos o nosso melhor,pois assim mesmo não dando certo veremos em meio as pedras as flores ou até quem sabe a beleza da luz de um lindo pôr do sol.
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
Eleições 2018; E os Candidatos a Presidência
Teremos o maior número de candidatos desde a disputa de 1989 - a primeira desde a redemocratização do país.
Há, entre os candidatos, nomes atingidos denúncias de corrupção e por disputas partidárias internas. A maioria deles enfrenta a escassez de tempo de propaganda no rádio e na televisão. Alta rejeição ou falta de popularidade também estão entre as pedras no caminho de presidenciáveis.
Segue a lista feita pela BBC News Brasil sobre nossos presidenciáveis ;
Há, entre os candidatos, nomes atingidos denúncias de corrupção e por disputas partidárias internas. A maioria deles enfrenta a escassez de tempo de propaganda no rádio e na televisão. Alta rejeição ou falta de popularidade também estão entre as pedras no caminho de presidenciáveis.
Segue a lista feita pela BBC News Brasil sobre nossos presidenciáveis ;
Fernando Haddad (PT)
Lançado candidato a menos de um mês das eleições, Fernando Haddad, de 55 anos, assume a cabeça da chapa no lugar de Luiz Inácio Lula da Silva. O TSE negou o pedido de registro de candidatura do ex-presidente por entender que Lula está enquadrado na Lei da Ficha Limpa.
O ex-presidente está preso desde maio na sede da Polícia Federal em Curitiba (PR), onde cumpre pena de 12 anos por corrupção e lavagem de dinheiro.
Além de ter que defender o partido das acusações de corrupção, Haddad tem pouco tempo de campanha para se tornar conhecido e se projetar como a "voz de Lula".
O principal desafio dele é, de fato, herdar as intenções de votos em Lula, que contava com o voto declarado de quase 40% do eleitorado até ser oficialmente impedido de concorrer às eleições. Há dúvidas se outros candidatos, em especial os da esquerda, podem se beneficiar com a ausência de Lula na disputa.
Mas, antes mesmo de ter sido lançado oficialmente candidato, pesquisas de intenção de voto indicava que Haddad havia crescido de 4% para 9% na preferência do eleitorado.
Haddad tem trajetória acadêmica e passagem pelo sistema financeiro, onde trabalhou como analista de investimentos do Unibanco. É formado em Direito, tem mestrado em Economia e doutorado em Filosofia. Ascendeu no PT ocupando cargos de gestão a partir. Ele assumiu o ministério da Educação em julho de 2005.
O presidenciável petista tem pouca experiência nas urnas. Tem duas eleições no currículo, ambas para prefeito de São Paulo - venceu a primeira em 2012, ungido por Lula, e perdeu a segunda no primeiro turno para João Dória (PSDB), em 2016, quando o PT vivia o auge de seu desgaste com as denúncias de corrupção na Petrobras e o impeachment de Dilma Rousseff.
Jair Bolsonaro (PSL)
O deputado federal Jair Bolsonaro , de 63 anos, aparece em primeiro lugar nas pesquisas de opinião nos cenários eleitorais sem Lula. De acordo com a última pesquisa Datafolha, Bolsonaro alcança 24% das intenções de votos.
Foi forçado, contudo, a interromper a campanha na rua depois de ter sido esfaqueado durante um ato em Juiz de Fora (MG). Depois de operado, o candidato foi transferido para o hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde se recupera. A perfuração deixou lesões graves em órgãos intra-abdominais. Além da lesão no intestino grosso, Bolsonaro teve três perfurações no intestino delgado.
Bolsonaro trocou de partido para disputar as eleições. O deputado estava filiado ao PSC (Partido Social Cristão) e chegou a assinar a ficha de filiação do PEN (Partido Ecológico Nacional). Mas, em seguida, filiou-se ao PSL (Partido Social Liberal).
O nome do general da reserva do Exército Hamilton Mourão, do PRTB, foi oficializado como o candidato a vice de Bolsonaro, depois que ele enfrentou pelo menos três recusas para compor a chapa presidencial.
Bolsonaro tem pouco tempo de propaganda no rádio e na televisão: 8 segundos e 11 inserções - a título de comparação, o tucano Geraldo Alckmin tem 5 minutos e 32 segundos e 434 inserções na programação. Para estipular o tempo de cada candidato, leva-se em conta o número de deputados federais eleitos pelo partido em 2014. No caso do PSL, foram apenas dois.
Desde as eleições de 2014, o PSL conquistou mais deputados. Hoje, tem uma bancada de dez pessoas. Com esse número, Bolsonaro pode participar de debates na televisão - é preciso ter bancada de pelo menos cinco congressistas para ter presença garantida em debates sem a necessidade de ser convidado pelo organizador.
Os recursos de campanha também são vistos como um desafio para a candidatura. Os apoiadores do pré-candidato apostam na divulgação do número de uma conta para arrecadar doações na internet. O Tribunal Superior Eleitoral autorizou o uso de "vaquinhas virtuais" nesta eleição para arrecadar recursos de pessoas físicas - a doação de empresas permanece proibida. No Fundo Eleitoral, o PSL terá direito a apenas R$ 9,2 milhões - pode parecer muito, mas o PSDB por exemplo, sozinho, tem direito a R$ 185,8 milhões.
Bolsonaro tentaria contornar essa limitação usando redes sociais e contando com a produção espontânea de conteúdo de simpatizantes. O pré-candidato também vai precisar mostrar que domina diferentes temas.
Ele também vai precisar enfrentar a rejeição - segundo a pesquisa Datafolha de setembro ele é o presidenciável com maior rejeição: 43% disseram que não votam nele de maneira alguma.
Militar da reserva e professor de educação física, Bolsonaro é deputado federal desde 1991 - acumula sete mandatos por cinco partidos diferentes.
Geraldo Alckmin (PSDB)
O ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, de 65 anos, assumiu em dezembro a presidência do PSDB para tentar apaziguar o partido, que se dividiu entre ficar ou sair da base de apoio ao governo de Michel Temer (MDB).
Seu principal desafio é aparecer em uma melhor colocação nas pesquisas de intenção de voto. No último Datafolha, Alckmin teve 10% da intenção de votos, atrás de Bolsonaro, Marina e Ciro Gomes.
Alckmin foi confirmado como o único postulante do PSDB à Presidência, depois que o ex-senador e atual prefeito de Manaus Arthur Virgílio desistiu de participar de prévias para definir o candidato tucano nas urnas. No fim de fevereiro, Virgílio criticou o correligionário paulista, a quem acusou de usar a máquina partidária para evitar a disputa, e anunciou que não vai fazer campanha para Alckmin.
O ex-prefeito de São Paulo João Doria era outro tucano que almejava a candidatura presidencial, mas acabou deixando o cargo para disputar o governo paulista. Muitos tucanos acreditam que ele "queimou a largada" ao fazer um giro pelo Brasil na tentativa de aumentar sua popularidade - ele ainda é considerado desconhecido no país e não conseguiu alavancar seu nome nas pesquisas.
Além das muitas disputas internas, Alckmin assumiu um PSDB desgastado pelas denúncias de corrupção contra integrantes do partido, em especial as que pesam contra o senador Aécio Neves (MG), que disputou as eleições presidenciais em 2014, e o ex-governador de Minas Eduardo Azerendo, condenado a 20 anos de prisão por lavagem de dinheiro e peculato - atualmente ele cumpre pena em Belo Horizonte.
O próprio Alckmin também foi acusado de receber R$ 10 milhões em quantias não declaradas da Odebrecht, o que ele nega.
O candidato do PSDB conta com o apoio formal do grupo de partidos conhecido como "centrão" - PTB, PP, PR, Solidariedade, PRB e PSD - e ainda dos aliados históricos PPS e DEM. A senadora do PP do Rio Grande do Sul Ana Amélia, de 73 anos, será a vice do tucano.
Alckmin já disputou as eleições presidenciais em 2006, quando perdeu para Lula no segundo turno - os adversários do tucano fazem questão de lembrar que ele teve menos votos na segunda votação que na primeira. Alckmin enfrenta rejeição de 24%, a terceira maior entre os eleitores segundo o Datafolha de setembro.
Formado em medicina, começou a carreira política como vereador e, depois, foi prefeito de Pindamonhangaba (SP), sua cidade natal. Em 1994, foi eleito vice-governador de São Paulo e acabou assumindo o governo com o agravamento do estado de saúde de Mário Covas, em 2001. Perdeu a disputa pela prefeitura de São Paulo em 2008, mas voltou como governador em 2010 e foi reeleito em 2014.
Marina Silva (Rede)
A ex-senadora e ex-ministra do Meio AmbienteMarina Silva lançou oficialmente sua candidatura em 2 de dezembro de 2017, pela Rede. De acordo com o último Datafolha, Marina está em terceiro lugar, atrás de Bolsonaro e Ciro Gomes.
Uma das dificuldades que deve enfrentar é o pouco tempo de propaganda no rádio e na TV. Ela enfrenta ainda, segundo o Datafolha de setembro, uma rejeição de 29% - é a segunda candidatura mais rejeitada.
O partido conta com uma bancada de apenas três congressistas. Assim, Marina não tem a garantia de participação nos debates. Caberia às emissoras a escolha de convidar ou não a candidata.
A ex-ministra também tem respondido a críticas de ser omissa em momentos em que muitos aguardavam um posicionamento firme sobre temas centrais ou disputas políticas, e de ter declarado apoio ao hoje investigado senador Aécio Neves (PSDB-MG) no segundo turno das eleições de 2014.
Avessa a embates e a ataques, a própria candidata avalia que será uma campanha extremamente agressiva. Seu vice será Eduardo Jorge, do Partido Verde.
Marina, que tem 60 anos, disputou as duas últimas eleições presidenciais, uma pelo PV e outra pelo PSB. Ela começou a carreira política no PT - onde chegou a ser ministra do Meio Ambiente, durante o governo Lula (2003-2010).
Ciro Gomes (PDT)
A candidatura presidencial do ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes , de 60 anos, foi confirmada em março de 2018 pelo PDT e oficializada no fim de julho.
Por enquanto, é o nome ligado à esquerda que vai melhor nas pesquisas. Segundo o Datafolha de setembro, Ciro aparece em segundo lugar, com entre 13% das intenções de votos.
Ainda segundo o Datafolha, o pedetista tem uma rejeição de 20% do eleitorado - abaixo da rejeição de Bolsonaro (43%), Marina (29%), Alckmin (24%) e Haddad (22%).
A falta de aliados para fortalecer a candidatura é um obstáculo para Ciro - ao final da temporada de convenções partidárias, ele acabou isolado. Foi preterido pelo PSB (que optou pela neutralidade após um acordo com o PT), e pelo PC do B, que fechou aliança com os petistas.
Sua vice será do próprio PDT, a senadora Kátia Abreu.
O estilo franco e impulsivo que há anos rende a Ciro a fama de "destemperado" pode ser um empecilho. "Todo mundo já teve uma palavra mal dita ou foi mal interpretado", pondera Lupi.
Ciro já foi prefeito de Fortaleza, deputado estadual, deputado federal, governador do Ceará e ministro dos governos Itamar Franco (Fazenda) e Lula (Integração Nacional).
Passou por sete partidos em 37 anos de vida pública. Já concorreu à Presidência duas vezes, em 1998 e em 2002.
Álvaro Dias (Podemos)
O ex-tucano Álvaro Dias, de 73 anos, ganhou fama no Senado por ser um ferrenho crítico da gestão petista e integrante ativo de CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito).
Por anos foi filiado ao PSDB. No ano passado, ele trocou o PV pelo Podemos - antigo PTN - com a expectativa de se lançar candidato, mas ainda enfrenta o desafio de se tornar um nome mais conhecido nacionalmente, capaz de conseguir mais que os 3% de votos sinalizados pelas pesquisas. Ele tem uma rejeição de 14%.
Tem 40 segundos no rádio e na televisão, porque fechou uma aliança com o PRP, PSC e PTC.
Álvaro Dias cursou História e está no quarto mandato consecutivo de senador. Já foi vereador, deputado estadual, deputado federal e governador do Paraná. É de uma tradicional família de políticos do Estado.
João Amoêdo (Novo)
O ex-executivo do sistema financeiro João Amoêdo , de 55 anos, se afastou da presidência do partido que ele próprio ajudou a criar em 2015 para ser lançado pré-candidato à Presidência. Pelas regras do Novo, candidatos não podem exercer funções partidárias nos 15 meses anteriores à eleição.
Amoedo enfrenta o desafio de se fazer mais conhecido entre os eleitores e tentar ajudar o Novo a eleger representantes nas Assembleias e na Câmara.
Com cerca de 3% das intenções de voto, segundo o Datafolha de agosto, Amoêdo era o segundo candidato mais desconhecido do país - só perde para Vera Lúcia (PSTU). Segundo o Datafolha, 73% dos entrevistados dizem que não o conhecem nem ouviram falar dele. É muito, mas menos que antes. Na pesquisa de novembro, ele era desconhecido por 84% dos brasileiros.
Amoêdo tem em viajado o país para fazer palestras na tentativa de tornar-se mais popular e sua campanha tem ganhado força nas redes sociais.
Novato em eleições gerais, o partido de Amoêdo conta com o apoio de profissionais liberais, de economistas que ocuparam cargos importantes no governo de FHC, como Gustavo Franco, e tem entre seus quadros o ex-treinador de vôlei Bernardinho. A legenda ainda tenta atrair tucanos descontentes que estão deixando o partido.
A maioria dos quadros do partido, contudo, também é neófita das urnas.
Como seu partido foi criado depois das eleições de 2014, não tem nenhum congressista. Por isso, Amoêdo não tem direito de participar de debates. A presença do candidato fica a critério dos organizadores. O candidato tem apenas cinco segundos na propaganda eleitoral gratuita na TV.
Formado em Engenharia Civil e Administração, Amoêdo começou a carreira profissional trabalhando para bancos e chegou a ser vice-presidente do Unibanco e membro do conselho de administração do Itaú-BBA. Atualmente, é sócio do Instituto de Estudos de Política Econômica/Casa das Garças.
Guilherme Boulos (PSOL)
Em março, o PSOL anunciou o nome do líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, de 36 anos, como candidato à Presidência. A chapa terá como candidata a vice-presidente a ativista indígena Sônia Bone Guajajara, também do PSOL.
No Datafolha de setembro, Boulos obteve no máximo 1% da intenção de votos.
Para o deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ), é mais fácil o partido se coligar com movimentos da sociedade civil organizada do que com partidos políticos. "Há um descrédito muito grande, as pessoas estão com nojo dos partidos", diz Alencar.
O PSOL acabou fechando uma coligação como PCB.
Boulos venceu a disputa interna no PSOL, que tinha como pré-candidatos os economistas Plínio de Arruda Sampaio Jr., Nildo Ouriques e Hamilton Assis, militante do movimento negro. Em julho, o partido oficializou a chapa formada por Boulos e Sônia.
O PSOL avalia que o grande desafio será cumprir a cláusula de barreira que exige para 2018 1,5% dos votos em nove Estados para que as legendas continuem recebendo fundo partidário e tendo acesso a inserções no rádio e na televisão.
A legenda tem 13 segundos de propaganda eleitoral, mas vai conseguir participar dos debates por ter uma bancada com seis deputados.
Professor e escritor, Guilherme Boulos é formado em Filosofia pela USP, tem especialização em Psicologia Clínica pela PUC-SP e mestrado em Psiquiatria pela USP. É membro da coordenação do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, no qual milita há 16 anos, e da Frente Povo Sem Medo.
Henrique Meirelles (MDB)
O ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles , de 72 anos, começou a construir a sua candidatura presidencial em abril deste ano, quando deixou o cargo no governo de Michel Temer e trocou o PSD por seu partido atual, o MDB.
No começo de agosto, a candidatura de Meirelles foi oficializada pela convenção do MDB - mesmo com a oposição de alguns caciques regionais do partido, como Renan Calheiros (Alagoas), Roberto Requião (Paraná) e Jarbas Vasconcelos (Pernambuco), entre outros. Meirelles teve 357 dos 419 votos dos convencionais, ou 85% do total.
Mesmo assim, a falta de popularidade ainda é um obstáculo a ser superado. No Datafolha de setembro, Meirelles obteve 3% da intenção de votos, e enfrenta 17% de rejeição. O ex-ministro está bancando a própria campanha presidencial, com uma doação no valor de R$ 20 milhões.
A trajetória profissional de Meirelles está ligada à área financeira internacional. Antes de ser presidente do Banco Central, entre 2003 e 2011, no governo Lula, foi o principal executivo do BankBoston. Antes de assumir a Fazenda, Meirelles atuou por quatro anos como presidente do conselho de administração da J&F Investimentos, holding criada pela família Batista e controladora do frigorífico JBS, envolvido em escândalos de corrupção.
Vera Lúcia (PSTU)
A ex-operária Vera Lúcia , de 50 anos, foi lançada como cabeça da chapa presidencial do PSTU, que deverá ter como vice o professor Hertz Dias, da rede pública do Maranhão.
Vera é ativista sindical em Sergipe, ex-militante petista e ex-operária da indústria calçadista. Ela participou da fundação do PSTU em seu Estado, junto com outros ex-filiados do PT, depois que sua corrente foi expulsa do petismo em 1992.
Ela tem cinco segundos no horário eleitoral e sete inserções, e não mais que 1% das intenções de votos. Além disso, é a candidata menos conhecida - apenas 22% dos eleitores dizem conhecê-la ou já ter ouvido falar dela, segundo o Datafolha de agosto.
A candidatura tem por objetivo apontar o que o partido considera a forma ilegítima e antidemocrática como são disputadas as eleições no Brasil. O PSTU considera que o objetivo final de um partido revolucionário não é disputar eleições, e sim organizar os trabalhadores para tomar o poder.
João Vicente Goulart (PPL)
O Partido Pátria Livre oficializou a candidatura de João Goulart Filho à presidência, em um evento em São Paulo no início de agosto. O candidato do PPL é filho do ex-presidente João Goulart, o Jango (1919-1976), cujo mandato foi interrompido pelo golpe militar de abril de 1964.
Segundo o Datafolha, ele é desconhecido da maioria dos eleitores. Tem apenas cinco segundos no rádio e na TV.
Nascido no Rio de Janeiro, João Vicente é escritor. Passou a infância e a adolescência no Uruguai, onde sua família se encontrava exilada após o golpe militar. De volta ao Brasil, João Vicente ajudou na fundação do PDT, junto do tio Leonel Brizola, e foi deputado estadual pelo partido no Rio Grande do Sul nos anos 1980.
Durante a campanha, defenderá propostas nacionalistas e identificadas com a esquerda. Goulart terá como vice um professor universitário de Brasília, Léo Alves, também do PPL.
Eymael (DC)
José Maria Eymael foi oficializado como o candidato presidencial pelo partido Democracia Cristã (DC), em convenção realizada em julho, em São Paulo. Essa será a 5ª vez que o advogado disputa a presidência da República. Ele terá como vice o pastor Hélvio Costa (DC).
Em 2014, Eymael teve apenas 0,06% dos votos - ele chegou a dizer que não disputaria mais a Presidência da República. O candidato da DC (antigo PSDC) é famoso pelo jingle de campanha, lançado em 1985: "Ey, Ey, Eymael, um democrata cristão (...)".
Nesta eleição, ele tem oito segundos no horário eleitoral e 12 inserções.
Cabo Daciolo (Patriota)
Eleito deputado federal pelo PSOL em 2014 com 49 mil votos, Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, mais conhecido como Cabo Daciolo, tem 42 anos e concorre à Presidência da República pela primeira vez.
O bombeiro já havia sindo filiado ao PTdoB e, hoje, está no Patriota (antigo Partido Ecológico Nacional). Daciolo terá como vice a pedagoga Suelene Balduino, também do Patriota.
Antes de iniciar sua carreira política, liderou uma greve de bombeiros em seu Estado de origem, o Rio, em 2011, quando chegou a ficar preso.
Em 2015, logo depois de eleito, Daciolo foi expulso do PSOL por infidelidade partidária - a sigla entendeu que as posições defendidas por ele contrariavam o estatuto do partido.
Ele enfrenta, segundo o Datafolha, 19% de rejeição, tem apenas 1% da intenção de votos e tem oito segundos na propaganda eleitoral no rádio e na TV.
Um dia depois que Bolsonoro foi esfaqueado, Daciolo anunciou que faria um jejum de 21 dias e ficaria "nos montes", sem conceder entrevistas ou participar de debates.
Reportagem publicada originalmente em dezembro de 2017 e atualizada pela última vez em 12 setembro de 2018.
Matéria retirada do site;
http://www.bbc.com/portuguese/brasil-42313908
Passado se Reflete em nosso Futuro?!
Todos nós possuímos falas ou atitudes que posteriormente podemos nos arrepender ou repensar, sendo ainda mais complicado para alguém que quer demonstrar o desejo por um alto cargo no qual guiará nosso país para um caminho de luz ou talvez para uma idade mais sombria do que nós já estamos caminhando nesses tempos obscuros.
Postarei algumas falas de um Hit do momento que está sendo o candidato a presidente mais falado no momento por seu padrão aca Donald Trump made in Brazil e talvez juntos podemos tomar a conclusão se passado remete o futuro ou não?!
E você o que acha?
Postarei algumas falas de um Hit do momento que está sendo o candidato a presidente mais falado no momento por seu padrão aca Donald Trump made in Brazil e talvez juntos podemos tomar a conclusão se passado remete o futuro ou não?!
A Síndrome de Estocolmo e o comportamento dos eleitores brasileiros!
Em política, a comunhão de ódios é quase sempre a base das amizades.
(Charles Tocqueville)
Analisar o comportamento dos eleitores brasileiros é algo extremamente complexo e por isso creio que nem mesmo os maiores estudiosos comportamentais, cientistas sociais ou políticos, sociólogos, historiadores, geógrafos, dentre outros conseguem analisar precisamente o que ocorre no Brasil quando a questão é o comportamento dos eleitores brasileiros. Mesmo porque, constantemente nós criticamos os políticos e falamos mal deles o tempo todo, mas os elegemos e reelegemos quantas vezes eles se candidatarem.
Falar mal dos políticos, todos sabem que esta é uma prática muito comum do povo brasileiro e ocorre em diversos lugares: nas filas dos bancos, nos estádios, nas partidas de futebol entre amigos, nas empresas, nas escolas, nas universidades… E isto se repete constantemente porque: somos humilhados nas filas dos hospitais, temos as maiores taxas de impostos pagas pelos empresários brasileiros, os juros dos cartões de credito são exorbitantes, a taxa de desemprego é elevadíssima, a educação é de baixa qualidade, não temos saneamento básico adequado, não temos segurança publica que precisamos, a corrupção é endêmica em todos os poderes, os políticos não visam em hipótese alguma o bem do cidadão, não se preocupam em fazer o dever de casa para que o país, os estados, e os munícipios possam crescer e desenvolverem como algo que faz parte de um processo natural de qualquer nação séria, pois não se preocupam de maneira nenhuma com a população brasileira, mas mesmo assim nós os elegemos quantas vezes eles se candidatarem a qualquer cargo eletivo que eles desejarem e ainda na maioria das vezes defendemo-los com uma paixão incontrolável ao ponto de nos tornarmos inimigos de qualquer um que tenha um posicionamento diferente do nosso.
No entanto, por este tipo de comportamento dos eleitores brasileiros creio que uma das melhores analogias que podemos utilizar é o da Síndrome de Estocolmo, onde a pessoa que é sequestrada se apaixona perdidamente pelo seu sequestrador. Algo semelhante ao que aconteceu em 1973 em Estocolmo, capital da Suécia, quando uma assaltante e um presidiário mantiveram um grupo de pessoas cativas por seis dias e a partir dali desenvolverem uma forte relação patológica.
Mas porque esta é uma patologia adquirida, por mais que a pessoa sequestrada esteja envolto em privações, humilhações e com sua vida em risco, mesmo que receba as informações, orientações e ensinamentos que aquela pessoa por quem foi sequestrada é um: criminoso, bandido, mal caráter, embusteiro e lhe deseja o mal, infelizmente se a relação afetiva e de cumplicidade já foi criada e se cristalizou no seu intimo, a pessoa talvez não conseguirá se libertar sozinha.
A partir desta realidade da política brasileira,tenho a nítida impressão que os políticos no Brasil conhecem e entendem muito bem sobre o comportamento das pessoas que já adquiriram a Síndrome de Estocolmo, por isso podemos seguramente afirmar que os eleitores brasileiros sofrem desta patologia, que foi cunhada pelo criminologista Nils Berejot.
Para percebermos se isto tem ou não veracidade, basta vermos as pesquisas de intenções de voto dos nossos presidenciáveis e governadoriáveis que estão a frente com reais condições de serem eleitos no Brasil e ainda podemos observar se não são sempre os mesmos que se reelegem como senadores, deputados, prefeitos e vereadores no Brasil. Ou seja, a reeleição é sempre muito fácil por aqui para nossos políticos.
A despeito de nossos políticos estarem envolvidos em escândalos, respondendo processos, serem investigados e até condenados por roubo nós votamos neles. Inclusive no Brasil é muito comum políticos tomarem posse ou administrarem uma cidade de dentro de um presidio. Mesmo assim nós os defendemos como se fossem homens e mulheres probos e que estão sendo injustiçados.
Mas podemos assegurar que todos nós temos a plena consciência que a maioria dos homens e das mulheres que estão no poder atualmente não tem nenhum objetivo de cuidarem daquilo que é o real interesse da população. No entanto, o lamentável é que não queremos sair das mãos destes “sequestradores” que apenas querem se beneficiar do poder que concedemos a eles. É bem verdade que temos honrosas exceções e por isso devemos valoriza-las e votar nestes que são nobres políticos que realmente defendem as causas do povo.
Mas infelizmente diante de um quadro como este em que os “reféns” tentam se identificar com os “sequestradores” por causa da sintonia emocional e comportamental que foi contraída é quase impossível superar este quadro clinico tão aviltante e caótico.
Mesmo porque, um dos princípios da defesa de quem esta refém, vitima ou se considera inferior é ter atitudes de submissão e gentileza por causa do medo de retaliação. Mas a despeito deste dramático quadro clinico social, nós eleitores brasileiros precisamos reagir, denunciar os desmandos, as injustiças e escolher melhor os nossos representantes políticos e lideres da nação.
Não temos o direito de aceitar passivamente esta patologia comportamental e social como se fosse algo irreversível e que não tenha mais cura. Mas, para isto a corrupção precisa ser combatida por todos nós, devemos exigir os serviços públicos de boa qualidade, devemos denunciar a compra de votos ou qualquer tipo de comportamento que macule o processo democrático e assim, jamais permitir a perpetuação de grupos no poder que não queiram trabalhar em beneficio dos que mais necessitam no país. Não podemos permitir que homens e mulheres com má fé cheguem ao poder, mas se chegarem devemos tirá-los e não reelegê-los.
Devemos exigir politicas publicas de qualidade que atendam realmente aos interesses dos eleitores, da maioria da população e nunca nos intimidar com o “poder” que eles pensam que possuem; porque quem os elegem somos nós cidadãos que é o povo brasileiro. Por isso, se eles agirem de maneira corrupta não podemos mais votar neles e muito menos defendê-los como vem ocorrendo no Brasil, onde parece que os mesmos são vitimas e não responsáveis pelos crimes e problemas que atualmente enfrentamos em nosso país e no futuro ainda continuaremos com os mesmos problemas se realmente não reavaliarmos a nossa postura como eleitores.
Podemos assegurar que a máxima é a seguinte: A cura para a ”Síndrome de Estocolmo” do povo brasileiro somente será possível se deixarmos de ser analfabetos políticos e sermos protagonistas de nossa própria historia, se abandonarmos o discurso de vitima, e realmente sermos os agentes de transformação desta nação. Precisamos fazer as escolhas certas e assim ficarmos livres destes “sequestradores” da voz, da dignidade, da honra, dos serviços públicos de qualidade, ou seja, eles sequestram todos os direitos do povo brasileiro.
Nossa mente não pode mais ficar inerte: na aparência, nos pequenos gestos de “bondades” deles, nas falsas promessas e nem no falso poder que os nossos opressores exibem cotidianamente para nos intimidar e fragilizar. Pois o poder emana do povo e deve ser exercido sempre para beneficiar o povo.
Vale a pena refletir!
(Professor Eloiso Matos, presidente da Aciat, Adhonep de Trindade, PHS, professor universitário e membro da Atleca. Ex-diretor do Campus da UEG/Trindade, ex-Bombeiro Militar, ex-conselheiro Estadual de Educação, ex-conselheiro Tutelar da Criança e do Adolescente… prof.eloisomatos@yahoo.com.br)
As maravilhas deixadas de lado em São Gonçalo
Como já falei na última postagem sobre a Fazenda Colubandê e seu abando, me bateu o estalo de desbravar tudo que nosso lindo município já teve ou talvez ainda tenha mas que infelizmente sofrem com o descaso.
Falarei agora sobre a Capela da Praia da Luz em São Gonçalo;
Localizada às margens da Baía de Guanabara, na Praia da Luz, a capela de estilo Jesuítico foi erguida ainda no século XVII, segundo a tradição, como forma de agradecimento de Capitão Francisco Dias da Luz à Nossa Senhora da Luz por ter sobrevivido a um naufrágio.
A Capela da Luz tem sua fachada em estilo barroco e guarda imagens originais de Santana, São Gonçalo do Amarante e de Cristo Crucificado, essa com um metro de altura.
O interior da sacristia ainda contém o mesmo piso de pedra e sua porta frontal possui mais de 350 anos. A Capela Nossa Senhora da Luz foi registrada como patrimônio histórico municipal no ano de 1985.
Localização: Praia da Luz – Itaoca, São Gonçalo – RJ
Hoje em dia como a Fazenda Colubandê também vive o abandono e perdeu o seu brilho de outrora,enquanto os dias e anos se passam nossos Patrimônios estão a cada dia mais em ruínas.
http://saogoncaloturismo.com.br/project/capela-da-nossa-senhora-da-luz/
Assinar:
Postagens (Atom)






























