terça-feira, 29 de maio de 2018

Abordando as fases da animação Japonesa no Brasil

Ao abordarmos as fases da animação japonesa no Brasil teremos tambem que viajar para o começo da imigração japonesa em nosso país,especificamente no início do século XX no ano de 1908.
Já em 1917 estreou o primeiro abime aqui no Brasil conhecido como;
"Imokawa Mukozo"
(Que infelizmente não temos imagem)
No mesmo ano teríamos a estréia nos cinemas de "Nakamura Ga
tana"


Já nos anos 60 que a leva  de animes invadiu as telinhas,mesmo sendo difícil precisar qual foi o primeiro a ser exibido. Na leva inicial vieram Homem de açoOitavo HomemÁs do espaço, Zoran, O Garoto do Espaço, e outros.
Porém, o marco inicial, segundo estudiosos, é a exibição de National Kid em 1964. Logo depois, vieram: A Princesa e o CavaleiroSpeed RacerSuper Dínamo, Sawamu,O demolidor,ZillionO menino Bionico, Capitão Harlock e a nave ArcádiaHoney Honey e As aventuras do Pequeno Príncipe



Contudo nessa época os animes tinham um público bem restrito e teria uma grande caminhada para ter o seu boom oficial.

Já em janeiro de 1970  o então Ministro da Justiça da Ditadura Militar, Alfredo Buzaid, censurou todas as séries que tinham super-heróis voadores, através do decreto-lei 1077 de 26 de janeiro.

...E assim começa a era Manchete.

Já nos anos 80 chegamos a era de Ouro que ali se iniciaria com a saudosa Rede Manchete que nos agraciou com inúmeras produções que guardamos na memória e nos corações daqueles que amam animes e nesse ponto incluímos os Tokusatsus (nossos heróis mascarados e encapuzados)


De animes, ela nos trouxe na época Patrulha Estelar , O Pirata do Espaço , dentro do Programa Clube da Criança.
De 02 a 31 de Julho de 1988 ocorre o primeiro grande evento de anime, no Sesc Pompéia-SP, feito para comemorar a fundação da a ORCADE – ORganização Cultural de Animação e Desenho. Neste primeiro evento para fãs (na época, a palavra “otaku” ainda não era conhecida no país), aconteceram dezenas de exibições de anime e séries live-actions japonesas, com destaque para National Kid.

Na metade para o fim dos anos 80, as emissoras investiram mais em séries live action, como Jaspion, Jiraya e companhia. Neste período, que se estendeu até 1994, a animação japonesa se tornou escassa e pouco notada por aqui. Os animes que se destacaram nesta época foram As aventuras de Peter PanGuzulaHoney HoneyRobotech, Transformes-O filmeAkira, e Zillion, sendo estes 2 últimos os únicos grandes destaques da animação japonesa até o início de 1994. O anime Doraemon, grande sucesso no Japão, foi exibido na TV Manchete em 1992, com o nome de Doraemon: O Super Gato. Mas sem grande repercussão, ao contrário de seu país de origem.


Chegado o momento do primeiro "boom" dos animes no paísEditar

O "boom" dos animes no país começou em 1994, com Os Cavaleiros do Zodiaco com exibição simples: a empresa forneceria 52 episódios de um desenho japonês que havia feito sucesso no Japão no meio da década de 1980 e estava ganhando fãs na Europa. Em troca, a Rede Manchete ofereceria espaços publicitários para a exibição de propagandas dos brinquedos relacionados à série. Porém, tão logo estreou, o sucesso foi tão grande que a emissora foi obrigada a comprar os direitos da obra. Os Cavaleiros do Zodíaco foi responsável não só por elevar a audiência da emissora, como foram também os responsáveis por outro meio midiático que conquistou crianças, adolescentes, jovens e alguns adultos, as revistas voltadas para a divulgação de animês, cinema, HQ, mangás entre outros produtos direcionados ao mundo dos heróis. 


Durante os dois primeiros anos de exibição manteve uma audiência média na casa dos 8 pontos, garantindo o segundo lugar isolado de audiência nas suas duas exibições diárias, sendo, assim, o responsável pela repopularização da grade da emissora.
Com isso, a série virou referência, foi reprisada muitas vezes, rendeu muito merchandising e fez outras emissoras apostar em animes.Milhares de bonecos, máscaras, roupas, CDs, publicações, fitas de vídeo, importações e até produtos pirata dos Cavaleiros foram vendidos. Além disso, aproveitando esta febre, houve um aumento espantoso do número de animes produzidos para cinema e vídeo exibidos no país. Em julho de 1995, por exemplo, o mais longo dentre os quatro filmes da série, A Batalha de Abel, foi exibido em mais de 200 salas em todo o país.
Porém, "traumatizados" com a violência do anime, um grupo de pais e psicólogos ameaçaram acionar o Ministério da Justiça para boicotar a exibição do seriado no Brasil.Foi criada uma portaria que exigia que as emissoras cortassem cenas muito violentas e sensuais dos animes, além de terem que colocar "classificação indicativa". Por conta disso, animes e filmes assim só poderiam passar na íntegra, após 8 ou 9 da noite.
Mesmo com este imbróglio, de 1995 até 1999, a TV Manchete exibiu Super CampeõesShuratoSailor MoonSamurai Wariors e Yu Yu Hakusho.













Destes, apenas o último conseguiu manter a audiência. Apesar de ser um sucesso de audiência, figurando entre os 5 programas mais assistidos da TV Manchete, o anime fracassou na área comercial. E isso acabaria ajudando na falência do canal.
Outras emissoras abertas do país também buscaram a sua fatia nesse mercado das produções japonesas,mas aí deixaremos para a parte do próximo "Boom" que os animes tiveram em nosso país.

Ditadura Militar

Ditadura Militar no Brasil (1964-1985)


A Ditadura Militar no Brasil foi um regime autoritário que teve início com o golpe militar, em 31 de março de 1964, com a deposição do presidente João Goulart.
O regime militar durou 21 anos (1964-1985), e estabeleceu a censura à imprensa, restrição aos direitos políticos e perseguição policial aos opositores do regime.

 Golpe de 31 de Março de 1964

O golpe militar de 31 de março de 1964 tinha como objetivo evitar o avanço das organizações populares do Governo de João Goulart, acusado de comunista.
O ponto de partida foi a renúncia do presidente Jânio Quadros, em 25 de agosto de 1961. O Congresso Nacional empossou temporariamente o presidente da Câmara, o deputado Ranieri Mazzili, pois o vice-presidente encontrava-se em viagem à China.
Enquanto João Goulart iniciava sua viagem de volta, os ministros militares expediram um veto à posse de Jango, pois sustentavam que ele defendia ideias de esquerda.
O impedimento violava a Constituição, e não foi aceito por vários seguimentos da nação, que passou a se mobilizar. Manifestações e greves se espalharam pelo país.
Diante da ameaça de guerra civil, foi feita no Congresso a proposta de Emenda Constitucional nº4, estabelecendo o regime parlamentarista no Brasil.
Dessa forma, Goulart seria presidente, mas com poderes limitados. Jango aceitou a redução de seus poderes, esperando recuperá-lo em momento oportuno.
O Congresso votou a favor da medida e Goulart tomou posse no dia 7 de setembro de 1961. Para ocupar o cargo de primeiro-ministro foi indicado o deputado Tancredo Neves.
O parlamentarismo durou até janeiro de 1963, quando um plebiscito pôs fim ao curto período parlamentarista republicano.

Governo João Goulart

Em 1964, Jango resolve lançar reformas de base a fim de mudar o país. Assim, o presidente anunciou:
  • Desapropriações de terras;
  • nacionalização das refinarias de petróleo;
  • reforma eleitoral garantindo o voto para analfabetos;
  • reforma universitária, entre outras.
A inflação chegou a atingir em 1963, o índice de 73,5%. O presidente exigia uma nova constituição que acabasse com as "estruturas arcaicas" da sociedade brasileira.
Os universitários atuavam por meio de suas organizações e uma das principais era a União Nacional dos Estudantes (UNE).
Os comunistas de várias tendências, desenvolviam intenso trabalho de organização e mobilização popular, apesar de atuarem na ilegalidade. Diante do quadro de crescente agitação, os adversários do governo aceleraram a realização do golpe.
No dia 31 de março de 1964, o presidente foi deposto, e as forças que tentaram resistir ao golpe sofreram dura repressão. Jango refugiou-se no Uruguai e uma junta militar assumiu o controle do país.
No dia 9 de abril foi decretado o Ato Institucional nº 1, dando poderes ao Congresso para eleger o novo presidente. O escolhido foi o general Humberto de Alencar Castelo Branco, que havia sido chefe do estado-maior do Exército.
Era apenas o início da interferência militar na gestão política da sociedade brasileira.

A Concentração do Poder

Depois do golpe de 1964, o modelo político visava fortalecer o poder executivo. Dezessete atos institucionais e cerca de mil leis excepcionais foram impostas à sociedade brasileira.
Com o Ato Institucional nº 2, os antigos partidos políticos foram fechados e foi adotado o bipartidarismo.Desta forma surgiram:
  • a Aliança Renovadora Nacional (Arena), que apoiava o governo;
  • o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), representando os opositores, mas cercado por estreitos limites de atuação.
O governo montou um forte sistema de controle que dificultava a resistência ao regime, através da criação do Serviço Nacional de Informação (SNI). Este era chefiado pelo general Golbery do Couto e Silva.
Os atos institucionais foram promulgados durante os governos dos generais Castello Branco (1964-1967) e Artur da Costa e Silva (1967-1969). Na prática, acabaram com o Estado de direito e as instituições democráticas do país.
Em termos econômicos, os militares trataram de recuperar a credibilidade do país junto ao capital estrangeiro. Assim foram tomadas as seguintes medidas:
  • contenção dos salários e dos direitos trabalhistas;
  • aumento das tarifas dos serviços públicos;
  • restrição ao crédito;
  • corte das despesa do governo;
  • diminuição da inflação, que estava em torno de 90% ao ano.
Entre os militares, porém, havia discordância. O grupo mais radical, conhecido como "linha dura", pressionava o grupo de Castelo Branco, para que não admitisse atitudes de insatisfação e afastasse os civis do núcleo de decisões políticas.
As divergências internas entre os militares influenciaram na escolha do novo general presidente.
No dia 15 de março de 1967, assumiu o poder o general Artur da Costa e Silva, ligado aos radicais. A nova Constituição de 1967 já havia sido aprovada pelo Congresso Nacional.
Apesar de toda repressão, o novo presidente enfrentou dificuldades. Formou-se a Frente Ampla para fazer oposição ao governo, tendo como líderes o jornalista Carlos Lacerda e o ex-presidente Juscelino Kubitschek.

A Resistência da Sociedade

A sociedade reagia às arbitrariedades do governo. Em 1965 foi encenada a peça "Liberdade, Liberdade", de Millôr Fernandes e Flavio Rangel, que criticava o governo militar.
Os festivais de música brasileira foram cenários importantes para atuação dos compositores, que compunham canções de protesto.
A Igreja Católica estava dividida: os grupos mais tradicionais apoiavam o governo, porém os mais progressistas criticavam a doutrina da segurança nacional.
As greves operárias reivindicavam o fim do arrocho salarial e queriam liberdade para estruturar seus sindicatos. Os estudantes realizavam passeatas reclamando da falta de liberdade política.
Com o aumento da repressão e a dificuldade de mobilizar a população, alguns líderes de esquerda organizaram grupos armados para lutar contra a ditadura.
Entre as diversas organizações de esquerda estavam a Aliança de Libertação Nacional (ALN) e o Movimento Revolucionário 8 de outubro (MR-8).
O forte clima de tensão foi agravado com o discurso do deputado Márcio Moreira Alves, que pediu ao povo que não comparecesse às comemorações do dia 7 de setembro.
Para conter as manifestações de oposição, o general Costa e Silva decretou em dezembro de 1968, o Ato Institucional nº 5. Este suspendia as atividades do Congresso e autorizava à perseguição de opositores.
Em agosto de 1969, o presidente Costa e Silva sofreu um derrame cerebral e assumiu o vice-presidente Pedro Aleixo, político civil mineiro.
Em outubro de 1969, 240 oficiais generais indicam para presidente o general Emílio Garrastazu Médici (1969-1974), ex-chefe do SNI. Em janeiro de 1970, um decreto-lei tornou mais rígida a censura prévia à imprensa.
Na luta contra os grupos de esquerda, o exército criou o Departamento de Operações Internas (DOI) e o Centro de Operações da Defesa Interna (CODI).
A atividade dos órgãos repressivos desarticularam as organizações de guerrilhas urbana e rural, que levaram à morte dezenas de militantes de esquerda.
Leia mais sobre a Guerrilha do Araguaia.

O Crescimento Econômico

Com um forte esquema repressivo montado, Médici governou procurando passar a imagem de que o país encontrara o caminho do desenvolvimento econômico. Somado à conquista da Copa de 70, isso acabou criando um clima de euforia no país.
A perda das liberdades políticas era compensada pela modernização crescente. O petróleo, o trigo e os fertilizantes, que o Brasil importava em grandes quantidades, estavam baratos, eram incorporados à pauta das exportação, soja, minérios e frutas.
O setor que mais cresceu foi o de bens duráveis, eletrodomésticos, carros, caminhões e ônibus. A indústria da construção cresceu.
Mais de 1 milhão de novas moradias, financiadas pelo Banco Nacional de Habitação (BNH), foram construídas em dez anos de governo militar. Falava-se em "milagre brasileiro" ou "milagre econômico".

Em 1973, o "milagre" sofreu sua primeira dificuldade, pois a crise internacional elevou abruptamente o preço do petróleo, encarecendo as exportações.
O aumento do juros no sistema financeiro internacional, elevou o juros da dívida externa brasileira. Isto obrigou o governo a tomar novos empréstimos aumentando ainda mais a dívida.

A Redemocratização

No dia 15 de março de 1974, Médici foi substituído na Presidência pelo general Ernesto Geisel (1974-1979). Ele assumiu prometendo retomar o crescimento econômico e restabelecer a democracia.
Mesmo lenta e controlada a abertura política começava, o que permitiu o crescimento das oposições.
O governo Geisel aumentou a participação do Estado na economia. Vários projetos de infraestrutura tiveram continuidade, entre elas, a Ferrovia do Aço, em Minas Gerais, a construção da hidrelétrica de Tucuruí, no Rio Tocantins e o Projeto Carajás.
Diversificou as relações diplomáticas comerciais e diplomáticas do Brasil, procurando atrair novos investimentos.
Nas eleições de 1974, a oposição aglutinada no MDB, obteve ampla vitória. Ao mesmo tempo, Geisel procurava conter este o avanço. Em 1976, limitou a propaganda eleitoral.
No ano seguinte, diante da recusa do MDB em aprovar a reforma da Constituição, o Congresso foi fechado e o mandato do presidente foi aumentado para seis anos.
A oposição começou a pressionar o governo, junto com a sociedade civil. Com a crescente pressão, o Congresso já reaberto aprovou, em 1979, a revogação do AI-5. O Congresso não podia mais ser fechado, nem ser cassados os direitos políticos dos cidadãos.
Geisel escolheu como seu sucessor o general João Batista Figueiredo, eleito de forma indireta. Figueiredo assumiu o cargo em 15 março de 1979, com o compromisso de aprofundar o processo de abertura política.
No entanto, a crise econômica seguia adiante, e a dívida externa atingia mais de 100 bilhões de dólares, e a inflação, chegava a 200% ao ano.
As reformas políticas continuaram sendo realizadas, mas a linha dura continuava com o terrorismo. Surgiram vários partidos, entre eles o Partido Democrático Social (PDS) e o Partido dos Trabalhadores (PT). Foi fundada a Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Os espaços de luta pelo fim da presença dos militares no poder central foram se multiplicando.
Nos últimos meses de 1983, teve início em todo o país uma campanha pelas eleições diretas para presidente, as "Diretas Já", que uniram várias lideranças políticas como Fernando Henrique Cardoso, Lula, Ulysses Guimarães, entre outros.
O movimento que chegou ao auge em 1984, quando seria votada a Emenda Dante de Oliveira, que pretendia restabelecer as eleições diretas para presidente.
No dia 25 de abril, a emenda apesar de obter a maioria dos votos, não conseguiu os 2/3 necessários para sua aprovação.
Logo depois da derrota de 25 de abril, grande parte das forças de oposição resolveu participar das eleições indiretas para presidente. O PMDB lançou Tancredo Neves, para presidente e José Sarney, para vice-presidente.
Reunido o Colégio Eleitoral, a maioria dos votos foi para Tancredo Neves, que derrotou Paulo Maluf, candidato do PDS. Desse modo encerrava-se os dias da ditadura militar.

Informações retiradas do site toda matéria

"O momento em que vivemos em nosso país devemos reascender a chama da informação sobre o que foi a Ditadura Militar em nosso país."




País de egoísmo


Enquanto em países como a Alemanha todos largaram seus carros no meio das estradas e seguiram a pé para suas casas contra o aumento da gasolina no mesmo, vislumbramos o Brasil onde caminhoneiros lutam em pról de si que por consequência é em pról do povo, sim podeter sido tudo articulado propositalmente paraum boom maior para os empresários mas essa era a hora e o momento em que os brasileiros deveriam se unir em uma meta comum,uma mudança maior e uma luta por um país melhor como os Alemães.
Mas não,os brasileiros estão fazendo filas para saírem ganhando em cima dos que não terão gasolina ou comida,muitos com as despensas cheias mas estão lotando mais e mais! Não por acharem que ficarão com elas vazias daqui a um tempo mas sim para lucrar em cima dos menos favorecidos lá na frente, filas e mais filas com galões para encher com os combustíveis que chegam para abastecer o andamento básico da população mas não vamos aguentar 5 horas em pé para encher galões não para abastecer nossos carros mas sim para lucrarmos em cima daqueles que necessitarão no futuro de combustível.
Aí ficamos nos questionando em relação aos governos e governantes que possuímos e se nos olharmos em um espelho notaremos que temos o reflexo de nós mesmos lá em cima se aproveitando e nos usurpando pois na primeira oportunidade faremos o mesmo,ao invés de largamos os carros nas estradas e lutarmos juntos pela mudança do nosso país mas não preferimos lucrar em cima da desgraça alheia.
Então seu espelho te mostra quem?! Simplesmente um governante sem poder se empodeirando do pouco que pode conseguir para ganhar sobre os que tem menos.
Reflita.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

"Só consigo sentir medo por não saber ao certo o que
se passou naquele beijo, se seu coração disparou no mesmo embalo que o meu,me sinto perdido e com muito medo mesmo de me perder.
Com uma frase latente na minha mente que vislumbrei em uma porta por acidente....

"Murmuro para mim mesmo; é tudo imaginação... Mas sei que são apenas memórias..."

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Energias renováveis

Energias renováveis

Muitas vezes procuramos por algo ou "alguém" que nos ajude a renovar nossas energias e criar conosco novos sonhos, sei que isso é errado e ilusório , quisá inimaginável querer se assegurar no outro para estar o sentir-se bem?! Mas fazer o que?! Temos um turbilhão de sentimentos que muitas vezes não controlamos e quando nos apaixonamos ou "amamos" alguém nos seguramos na história de que assim nossas energias serão renovadas a cada dia, a cada sorriso , a cada beijo e a cada abraço...
Às vezes não recebemos isso todos os dias ou nem recebemos nas semanas , mas acreditamos na mudança outrora nossa vinda do outro, pensamos em querer que o outro se torne nosso espelho sendo que nós mesmos tememos nos olhar no nosso próprio espelho...
Vestimos uma armadura áspera e as vzs dolorosa e a arrastamos conosco por todo o momento , sendo endurecidas mas que no final está toda amolecida por amor e no final começando a se enferrujar pelas águas que nos caem das vistas quando olhamos o espelho e não reconhecemos o outro que desejávamos e nem a nós mesmos...
Essas horas devemos usar nossa força interior nem que seja mínima para se auto energizar pois nós nascemos de energia e a todo instante nossas energias estão pairando sobre nós e sim!?!elas são energias renováveis e nós podemos renovar elas a todos os dias, todas as horas e todos os momentos ou sejaaaaa não desistam de renovar suas energias.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Navegar na imaginação

Com o passar dos anos desacreditamos que imaginar possa nos mudar algo e passamos a viver a descrença de uma vida banal e fulgas...
A vida possui estágios maravilhosos e caminhos magníficos que nos são dados por Deus(ou pelo poder maior em que vc acreditar) ,caminhos que as vzs são longos...caminhos que as vzs são tortuosos, caminhos muitas das vezes que se tornam dolorosos...
Mas dor nenhuma é ... A dor de desacreditar.... De não querer mais imaginar...
Imagine
Ame seus sonhos e navegue no oceano sem fim que é a sua imaginação....

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Ao vento

É complicado quando nossa mente se esvai de tal forma que se torna difícil explicar,um medo toma todo o nosso corpo pela rigidez quase que cadavérica, pois você se perde dentro de você mesmo,não sabe quem é ,quem foi e muito menos quem você será... Futuro não existe,passado sumiu numa escuridão que você nem sabe que está residindo.
Um sofrimento que não deseja a ninguém mas que se você pudesse arrancar das entranhas da sua mente com as suas mãos você arrancaria sem pestanejar.
Fraquejar na luta?nunca!por que quem sabe no dia de amanhã você vence a guerra?uma guerra contínua do seu eu comum que um dia existiu e o seu novo eu que resolve jogar com você na escuridão de sua mente sã ou quem sabe insana?!
Só pode ser feito uma coisa nessa questão;
caminhar na trilha da vida almejando chegar ao pote dourado que deixará tudo bom como era antes.